Pílula exclusivamente de progestágeno
Pílula exclusivamente de progestágeno | |
|---|---|
| Informação | |
| Tipo | Hormonal |
| Primeiro uso | 1973 |
| Taxas de falha (primeiro ano) | |
| Uso perfeito | 0.5% |
| Uso típico | ?% |
| Utilização | |
| Duração do efeito | 1 dia |
| Reversibilidade | Sim |
| Notas | Tomados nas mesmas 3 horas todos os dias |
| Intervalo clínico | 6 meses |
| Vantagens e desvantagens | |
| Proteção contra IST | Não |
| Aumento de peso | Não |
| Vantagens na menstruação | Geralmente mais leves e menos dolorosas |
| Anotações clínicas | |
| Não afetada pela maioria dos antibióticos. Podem ser usados em pacientes com hipertensão e história de enxaquecas. Afetada por alguns antiepiléticos. | |
As pílulas exclusivamente de progestágeno ou pílulas exclusivamente de progestina (PEP) são pílulas contraceptivas que contêm somente progestágenos (progestinas) sintéticos e não contêm estrógeno. Elas são coloquialmente conhecidas como minipílulas.
Contêm progestágeno em dose baixa. Não costumam inibir a ovulação e, por isso, são menos eficazes do que as pílulas combinadas. Por outro lado, possuem menos contra-indicações e podem ser utilizadas na amamentação.