Terrorismo islâmico









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World Trade Center em Nova York durante os ataques de 11 de setembro de 2001


Terrorismo islâmico (em árabe: إرهاب إسلامي, transl. ʾirhāb ʾislāmī), também conhecido como terrorismo islamista ou terrorismo jihadista, é uma forma de terrorismo religioso[1] cometido por extremistas islâmicos com o propósito de atingir variadas metas políticas e/ou religiosas. O terrorismo islâmico foi identificado como tendo ocorrido em locais do Oriente Médio, África, Europa, Ásia Meridional (incluindo Índia e Paquistão), Sudeste Asiático, e nos Estados Unidos, desde pelo menos a década de 1970. Organizações terroristas islâmicas se envolveram em táticas que incluem ataques suicidas, sequestros, sequestros de aviões e vêm recrutando novos membros através da Internet.




Índice






  • 1 História


  • 2 Motivações e o terrorismo islâmico


    • 2.1 A visão de que a política externa ocidental é a motivação para o terrorismo


    • 2.2 A visão de que o terrorismo islâmico seria anterior às ações estadunidenses é justificado pelos ensinamentos corânicos


    • 2.3 Motivações sócio-econômicas


    • 2.4 Perfis




  • 3 Controvérsias


  • 4 Ver também


  • 5 Referências


    • 5.1 Bibliografia




  • 6 Ligações externas





História |





























Alguns estudiosos, como Mark Burgess, do Center for Defense Information, traçam as raízes do terrorismo islâmico aos Assassinos, do século XI, uma ordem do xiismo ismaelita que tinha como alvo oponentes políticos e religiosos que se interpunham à ideologia sectária do grupo. Ao propor uma continuidade entre as manifestações medievais e modernas do terrorismo islâmico, Burgess identifica um motivo subjacente comum a ambos, mais especificamente uma lealdade a um imperativo divino, bem como táticas semelhantes, tais como a procura consciente do martírio.




Um militante palestino com seu fuzil M-16. Os grupos de guerrilheiros palestinos, formados principalmente por fundamentalistas religiosos, são considerados pelo ocidente como terroristas.




O surgimento do terrorismo islâmico moderno tem suas raízes no século XIX.[2] O movimento wahhabista, um movimento fundamentalista árabe que foi formado no século XVIII, visava estabelecer um grande grupo de seguidores durante o período, e gradualmente inspirou outros movimentos fundamentalistas durante o século seguinte. Diversas ondas de movimentos terroristas de motivação política surgidos na Europa durante o século XIX (como o Narodnaya Volya, a Irmandade Republicana Irlandesa e a Federação Revolucionária Armênia) e no início do século XX (como o IRA e o Irgun) serviram como inspiração e modelo para os militantes islamitas no decorrer do século XX.[3] Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos e o Reino Unido apoiaram a ascensão de grupos fundamentalistas no Oriente Médio e na Ásia Meridional como forma de se opor à expansão soviética na região e como forma de enfraquecer movimentos nacionalistas anti-ocidentais em alguns países.[4]


Para Burgess, a escalada do terrorismo durante o fim do século XX tem suas raízes em três eventos cruciais ocorridos em torno de 1979: a Revolução Iraniana, o renascimento religioso global que se seguiu ao fim da Guerra Fria, e a retirada soviética do Afeganistão. Estes eventos, segundo ele, teriam sido responsáveis por fazer que alguns grupos recorressem ao terrorismo religioso.[5][6] O historiador americano Walter Laqueur descreveu a invasão soviética do Afeganistão como o "gatilho global" do terrorismo islâmico.[7]



Motivações e o terrorismo islâmico |


Diversos argumentos foram propostos para explicar a causa original do terrorismo islâmico.



A visão de que a política externa ocidental é a motivação para o terrorismo |


Alguns autores, como o cientista político americano Robert Pape, argumentam que ao menos os terroristas que se utilizam de ataques suicidas - uma forma especialmente eficaz[8] de ataque terrorista - não são impulsionados por qualquer forma de islamismo mas sim por "um objetivo estratégico claro: forçar as democracias modernas a retirar suas forças militares do território que os terroristas veem como suas pátrias."[9] Já o estudioso americano Martin Kramer debateu com Pape a respeito da origem dos atentados suicidas, e opôs-se à posição de Pape, afirmando que a motivação para os ataques suicidas não seria apenas uma lógica estratégica, mas também uma interpretação do islamismo que fornecia a tais atos uma lógica moral; como exemplo, ele cita o fato do Hezbollah ter iniciado uma campanha de atentados suicidas após uma reforma complexa do conceito do martírio naquela religião. Segundo Kramer, a ocupação israelense do Líbano teria aumentado a temperatura necessária para esta interpretação do islamismo, porém apenas a ocupação não teria sido suficiente para gerar o terrorismo suicida.[10] "A única maneira de colocar um freio no terrorismo suicida", segundo ele, "é enfraquecer a sua lógica moral, encorajando os muçulmanos a ver a sua incompatibilidade com seus próprios valores."


O ex-analista da CIA Michael Scheuer argumenta que os ataques terroristas (especialmente da Al-Qaeda aos Estados Unidos) não seriam motivados por um ódio de matiz religioso à cultura americana ou às religiões daquele país, mas sim à crença de que a política externa americana teria oprimido, assassinado ou provocado danos aos muçulmanos no Oriente Médio,[11] resumida na frase "eles nos odeiam pelo que fazemos, não pelo que somos." Entre os atos da política externa americana que Scheuer acredita ter incensado o terror islâmico estariam a intervenção americana no Afeganistão e a invasão do Iraque; as relações entre os Estados Unidos e Israel, especialmente o apoio financeiro, militar e político;[12][13][14][15][16] O apoio americano aos estados policiais em países muçulmanos como a Arábia Saudita, Egito, Paquistão, Argélia, Marrocos e Kuwait;[17] o apoio americano à Administração Transicional das Nações Unidas em Timor Oriental e à criação de um Timor-Leste independente num território dominado anteriormente por um país muçulmano, a Indonésia; o suposto apoio ou aprovação dos americanos a ações militares contra insurgentes muçulmanos na Índia, Filipinas, Chechênia e Palestina;[18] a presença de tropas americanas na 'terra santa' islâmica na Arábia Saudita; a discriminação religiosa do mundo ocidental contra os imigrantes muçulmanos; além de justificativas históricas, como as Cruzadas.


Alguns acadêmicos argumentam que esta forma de terrorismo deveria ser vista como uma reação estratégica ao poder americano; que os Estados Unidos seriam um império, e como tal provocaria esta resistência na forma de terrorismo. Para estes analistas, os impérios Russo, Otomano e Habsburgo, por exemplo, teriam sofrido com ataques terroristas de grupos como a Mão Negra, a Jovem Bósnia, e a Narodnaya Volya, surgidos de seus diversos grupos étnicos, religiões e identidades nacionais.[19] Por outro lado, outros analistas argumentam que a intervenção americana no Afeganistão e no Iraque teriam levado a eleições livres naqueles países.



A visão de que o terrorismo islâmico seria anterior às ações estadunidenses é justificado pelos ensinamentos corânicos |



Ver artigo principal: Violência sectária no Paquistão

De acordo com alguns estudiosos do islã, o terrorismo islâmico estaria associado à prática das ações militares sancionadas por Deus contra os apóstatas,[20][21] motivada pelo antagonismo em direção a sua seita, geralmente um grupo religioso, que podem incluir a sunita, o xiita, o Ahmadi e grupos religiosos cristãos. De acordo com o grupo de direitos humanos Human Rights Watch, em 2011 e 2012, as minorias paquistanesas xiitas no Paquistão sofreram "perseguições sem precedentes no país" por outras seitas islâmicas.[22][23] Os ataques contra santuários sunitas por "militantes" sufistas também têm sido grandemente relatados.[24]


Porém diversos grupos islâmicos, incluindo o Conselho para as Relações Americano-Islâmicas, argumentam que as referências à violência nas fontes islâmicas estariam sendo tiradas de contexto por estes críticos.[25][26][27]


Para estes grupos, estas ayahs corânicas estariam se referindo apenas a atos de autodefesa quando infiéis ameaçam a vida de um muçulmano, o que é porém desmentido pelos fatos, como os frequentes atentados entre os Xiitas e Sunitas em diversos paises.[28] Ou em casos que envolve a execução sumaria de muçulmanos da mesma seita, para silenciar as vozes moderadas, como no caso do assassinato de 13 clérigos muçulmanos sunitas em junho de 2014 em Mosul, num claro exemplo de atrocidades cometidas contra seu próprio povo.[29]


Apesar disso, o Corão é contra o uso político do terrorismo,[30][31] porém parece haver alguma ambiguidade relativamente à causar ferimentos a não-combatentes. Em versos do Alcorão, os muçulmanos foram aconselhados a ... lutar contra aqueles que não acreditam em Alá e que não adotam a religião da verdade (o Islã).[32]



Motivações sócio-econômicas |


O acadêmico Scott Atran, diretor de pesquisa envolvido no grupo da OTAN que estuda o terrorismo suicida, aponta que não haveria uma única causa para o terrorismo; segundo Atran, um dos maiores provocadores dos atentados suicidas não seria a religião, e sim a dinâmica de grupo: "dinâmicas de pequenos grupos, envolvendo amigos e famílias, que formam a célula de irmandade e camaradagem na diáspora, na qual se baseia a onda crescente dos atos de martírio".[33]


O mundo islâmico vem sofrendo com uma estagnação econômica por muitos séculos. Em 2011, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que, com exceção dos petróleo e seus derivados, as exportações de todo a região conhecida como o Grande Oriente Médio, habitada por cerca de 400 milhões de pessoas, seria aproximadamente equivalente às exportações da Suíça.[34] Estima-se também que as exportações da Finlândia, um país europeu de apenas cinco milhões de habitantes, seriam superiores às exportações de todo o mundo árabe, habitado por 260 milhões de indivíduos (excetuando-se os lucros obtidos com petróleo).[carece de fontes?] Esta estagnação econômica é tida por alguns historiadores, como David Fromkin em seu livro A Peace to End All Peace, como tendo se iniciado a partir do fim do Califado Otomano, em 1924, quando rotas comerciais foram interrompidas e sociedades divididas com o surgimento de novas nações-estado; anteriormente, o Oriente Médio teria uma economia próspera e diversificada, e uma prosperidade geral maior. A maior interdependência comercial no mundo também fortaleceu o terrorismo.[35]



Perfis |


O psiquiatra forense e ex-oficial do United States Foreign Service, Marc Sageman, fez um "estudo intensivo dos dados biográficos de 172 participantes da jihad" em seu livro Understanding Terror Networks.[36] Sageman concluiu que as redes sociais, os "laços estreitos de família e amizade", e não os distúrbios emocionais e comportamentais gerados pela "pobreza, trauma, loucura ou ignorância", teriam inspirado jovens muçulmanos alienados a empreender jihad e matar outras pessoas.[37]


O autor americano Lawrence Wright descreveu a característica de "deslocamento" dos membros do grupo terrorista islâmico mais famoso, a Al-Qaeda:


"O que os recrutas tendem a ter em comum - além de sua urbanidade, suas origens cosmopolitanas, sua educação, sua facilidade com idiomas e suas habilidades em computação - era o deslocamento. A maior parte daqueles que empreendem jihad o fazem num país diferente daquele no qual foram criados. Eram argelinos vivendo em enclaves de expatriados na França, marroquinos na Espanha ou iemenitas na Arábia Saudita. Apesar de suas realizações, tinham pouca reputação nas sociedades onde viviam."[38]


O acadêmico francês Olivier Roy descreve a experiência de centenas de terroristas globais (ao contrário dos locais) que foram presos ou mortos e que foram registrados pelas autoridades, como tendo um passado ocidentalizado surpreendente; ressalta a falta de palestinos, iraquianos e afegãos dispostos a "vingar o que acontece em seus países"; a sua falta de religiosidade antes de decidirem "renascer" num país estrangeiro; a alta porcentagem de convertidos ao islamismo entre eles; seus "passados desterritorializados" - "Por exemplo, eles podem ter nascido num país, serem educados noutro, e vão combater num terceiro país para então buscar refúgio num quarto"; sua crença não-tradicional de que a jihad é permanente, global, e "não está ligada com um território específico".[39]


Este perfil difere daquele que foi encontrado entre os homens-bomba islamistas recentemente encontrados no Afeganistão, de acordo com um estudo de 2007 de 110 destes indivíduos feito pelo patologista afegão Yusef Yadgari. Yadgari descobriu que 80% dos terroristas tinha algum tipo de deficiência mental ou física. Os terroristas suicidas também "não eram celebrados como seus equivalentes nos países árabes. Os homens-bomba afegãos não eram estampados em pôsteres ou em vídeos como mártires".[40] Daniel Byman, um estudioso do Oriente Médio no Instituto Brookings, e Christine Fair, uma professora-assistente de estudos de paz e segurança na Universidade de Georgetown, afirmam que muitos dos terroristas islâmicos são "tolos" e "destreinados", e talvez até mesmo "intreináveis".[41]



Controvérsias |







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As controvérsias em redor do assunto recaem em determinar se o ato terrorista é autodefesa ou agressão, autodeterminação nacional ou supremacia islâmica; o alvejar não-combatentes; se o Islão alguma vez poderá compactuar com terrorismo; se alguns ataques descritos como terrorismo Islâmico são meramente actos terroristas cometidos por Muçulmanos ou nacionalistas; quanto apoio ao terrorismo há no mundo Islâmico, se o Conflito Árabe-Israelita é a raíz do terrorismo Islâmico, ou simplesmente uma causa.


A expressão terrorismo islâmico é controversa, pois alguns especialistas concluem que tal expressão pode negativizar tudo relacionado com o Islão.


Bernard Lewis acredita que a expressão é adequada devido à característica política da religião islâmica que a distingue das outras religiões.


Karen Armstrong argumenta que usar a expressão terrorismo muçulmano é perigosamente contraproducente, pois pode levar o ocidente a associar o Islão a tais atrocidades. Armstrong sugere antes o uso dos termos "terrorismo Wahhabi" e/ou "terrorismo Qutbio".


Embora seja vulgar em se falar de terrorismo islâmico, na verdade o mais correcto seria dizer de matriz islâmica.


Terrorismo é um método que consiste na utilização ilegal de força ou de violência planeada contra pessoas ou património, na tentativa de coagir ou intimidar governos ou sociedade para atingir objectivos políticos ou ideológicos.


O Islão é uma religião, ou seja, um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que os seus praticantes/crentes consideram como divinas e sagradas. A palavra Islão, que significa submissão, deriva da palavra arábica 'Silm" / "Salam', cujo significado é paz. 'Salam' pode também significar "saudar um ao outro com paz". Mas, mais do que isso: submissão a um só Deus, e viver em paz com o Criador, consigo mesmo, com outras pessoas e com o ambiente.[42][43]Assim o Islão constitui, um sistema, não apenas espiritual religioso, mas também ideológico. O Islão é, por isso, um sistema abrangente, com uma lei (Alcorão) que premeia e molda o tecido social.
Perante estas duas definições, concluem muitos muçulmanos que terrorismo tem o sinónimo de terror/violência e o Islão de paz (contudo, é difícil conciliar esta afirmação com as próprias palavras de Maomé:" "Quem mudar da sua religião islâmica, então matem-no" (Bukhari 9.84.57). Então, segundo os crentes, por definição e significados estas duas palavras são opostas, constituindo sempre que associadas um oxímoro.
Porém, e apesar do Islão significar paz muitos grupos de terroristas cometem actos violentos e de terror invocando o nome de Deus (Alá) ou a religião Islâmica.[44]


Os motivos reais de organizações como Al Qaeda, são inequivocamente de ordem política e de estratégia. Inicialmente alguns dos seus ataques tinham como objectivos a libertação de alguns dos seus companheiros. Contudo nos dias de hoje, os seus motivos, prendem-se com a tentativa de mudança de alguns regimes existentes em países árabes, entre outro motivos.
Os objectivos destas organizações são o de libertar a interferência ocidental no Médio Oriente, por exemplo, no caso do Iraque, é libertar este da influência americana. Para alcançar estes objectivos, estas organizações não olham a meios. E, instrumentalizando o Islão, conseguem criar células terroristas em todo mundo. Contudo, as pessoas que eles escolhem para realizarem ataques bombistas, são indivíduos que estão fragilizados psicologicamente e são por isso mais vulneráveis. São pessoas que se sentem humilhadas, que não são ouvidas, que são «pisadas», que tiveram um ente querido morto de uma maneira injusta (raides aéreos ou incursões militares), ou que sentem um elo entre elas e a causa que julgam estar correcta (por exemplo a paz na Palestina e esta ser reconhecida oficialmente como país).
As organizações terroristas escolhem para treinar pessoas que possam moldar, que lhe possam incutir uma ideia, a qual é um pecado grave, e fazê-las cumprir. Tudo isto é feito a longo prazo, com muito planeamento. Estas organizações terroristas, mostram pois um carácter “empresarial”, tem um sistema de comunicação em rede, com uma hierarquia própria, funções específicas, autonomia de acção.



Ver também |



  • Antiterrorismo

  • Carro-bomba

  • Choque de civilizações

  • Eurábia

  • Globalismo

  • Guerra ao Terror

  • Irmandade Muçulmana

  • Islamofascismo

  • Islamofobia

  • Terrorismo cristão



Referências




  1. Falk, Avner (2008). Islamic terror : conscious and unconscious motives. [S.l.]: Praeger Security International. p. 4. ISBN 978-0-313-35764-0  Texto "local Westport, Conn." ignorado (ajuda)


  2. Dreyfuss (2006), p. 2
    Cooper (2008), p.272



  3. Cooper (2008), p.272


  4. Dreyfuss (2006), p. 1-4


  5. Burgess, Mark (20 de maio de 2004). «Explaining Religious Terrorism Part 1». Center for Defense Information. Consultado em 3 de agosto de 2011. This continuity in terrorist motivations is particularly salient with regard to religion. 


  6. Burgess, Mark (2 de julho de 2003). «A Brief History of Terrorism». Center for Defense Information. Consultado em 3 de agosto de 2011. While it is impossible to definitively ascertain when it was first used, that which we today call terrorism traces its roots back at least some 2,000 years. Moreover, today’s terrorism has, in some respects come full circle, with many of its contemporary practitioners motivated by religious convictions – something which drove many of their earliest predecessors. 


  7. Laqueur, Walter (2004). Voices of terror : manifestos, writings, and manuals of Al-Qaeda, Hamas and other terrorists from around the world and throughout the ages. Naperville, Ill.: Sourcebooks. 440 páginas. ISBN 978-1-59429-035-0 


  8. De acordo com Pape, por exemplo, de 1980 a 2003 os ataques suicidas formaram apenas 3% de todos os ataques terroristas, porém foram responsáveis por 48% das mortes ocasionadas por atos terroristas - excluindo-se os ataques de 11 de setembro - ver Pape, Dying to Win, (2005), p. 28


  9. McConnell, Scott (2005). «The Logic of Suicide Terrorism». The American Conservative. The American Conservative. Consultado em 25 de junho de 2006 


  10. «Suicide Terrorism in the Middle East: Origins and Response». Washingtoninstitute.org. Consultado em 25 de abril de 2010 


  11. Scheuer (2004), p. 9
    "A ameaça focada e letal à segurança nacional dos Estados Unidos não vem do fato dos muçulmanos serem ofendidos pelo que os Estados Unidos são, mas sim pela sua perce(p)ção plausível de que as coisas que eles mais amam e dão valor - Deus, o islã, seus irmãos, e as terras muçulmanas - estariam sendo atacadas pelos EUA."



  12. «US Support for Israel was the cause of 9/11: Interviews: Nabila Harb». Consultado em 2 de março de 2011 


  13. «US Support for Israel prompted 9/11». AFP[desambiguação necessária]. 14 de setembro de 2009 


  14. Mearsheimer, John J. e Walt, Stephen (2007). The Israel Lobby and U.S. Foreign Policy. Nova York: Farrar, Straus and Giroux. ISBN 0-374-17772-4  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)


  15. «Six shot, one killed at Seattle Jewish federation». Seattle Post-Intelligencer. 27 de julho de 2006 


  16. Purdy, Matthew (25 de fevereiro de 1997). «The Gunman Premeditated The Attack, Officials Say». The New York Times 


  17. «Frontline: Al Qaeda's New Front: Interviews: Michael Scheuer». Consultado em 8 de março de 2008. Bin Laden has had success because he's focused on a limited number of U.S. foreign policies in the Muslim world, policies that are visible and are experienced by Muslims on a daily basis: our unqualified support for Israel; our ability to keep oil prices at a level that is more or less acceptable to Western consumers. Probably the most damaging of all is our 30-year support for police states across the Islamic world: the Al Sauds and the Egyptians under [Hosni] Mubarak and his predecessors; the Algerians; the Moroccans; the Kuwaitis. They're all police states. 


  18. Scheuer (2004), p. 11-13


  19. Albert J. Bergesen e Omar Lizardo (março de 2004). «Theories of Terrorism: A Symposium». Sociological Theory. 22 (1): 38–52. doi:10.1111/j.1467-9558.2004.00203.x 


  20. Blond, Phillip e Pabst, Adrian (28 de julho de 2005). «The roots of Islamic terrorism». The New York Times  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)


  21. International Humanist and Ethical Union. «The Fate of Infidels and Apostates under Islam | International Humanist and Ethical Union». Iheu.org. Consultado em 16 de outubro de 2011 


  22. «Timeline: Persecution of religious minorities». DAWN.COM |. 4 de novembro de 2012 


  23. «World Report 2012: Pakistan». Human Rights Watch. Consultado em 6 de março de 2013 


  24. Sunni Ittehad Council: Sunni Barelvi activism against Deobandi-Wahhabi terrorism in Pakistan – by Aarish U. Khan| criticalppp.com| Let Us Build Pakistan


  25. Bible, Quran easily quoted out of context


  26. Islam - Verses of Qur'an That Condone "Killing the Infidel"?


  27. Kevin J. Hayes. «How Thomas Jefferson Read the Qur'ān». JSTOR 25057350 


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  32. Surahs 9:5 - 9:29, the "Sword verses"


  33. The Moral Logic and Growth of Suicide Terrorism, p.138, 144


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  42. «Alcorão - Al Anfal - 8». 12 E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!. Centro Cultural Beneficente Árabe Islâmico de Foz do Iguaçu 


  43. Muhammad Saalih al-Munajjid, Shaykh (Data não indicada). «It is essential to respond to those who defame the Prophet (É essencial responder áqueles que difamam o profeta - em inglês)». Islam Question and Answer. Consultado em 2016  Verifique data em: |acessodata=, |data= (ajuda)


  44. «Alcorão 5.33 : O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.». Centro Cultural Beneficente Árabe Islâmico de Foz do Iguaçu. Consultado em 15 de Maio de 2018 



Bibliografia |




  • Bin Laden, Osama e Lawrence, Bruce (2005). Messages to the world: the statements of Osama Bin Laden. [S.l.]: Verso. ISBN 978-1-84467-045-1  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)


  • Cooper, William Wager; Yue, Piyu (2008). Challenges of the muslim world: present, future and past. [S.l.]: Emerald Group Publishing  !CS1 manut: Nomes múltiplos: lista de autores (link)


  • Dreyfuss, Robert (2006). Devil's Game: How the United States Helped Unleash Fundamentalist Islam. [S.l.]: Macmillan 


  • Sageman, Marc (2004). Understanding terror networks. [S.l.: s.n.] ISBN 978-0-8122-3808-2 


  • Scheuer, Michael (2004). Imperial Hubris. Dulles, Virginia: Brassey's, Inc. ISBN 978-0-9655139-4-4 



Ligações externas |




  • Relatório de incidentes terroristas de 2006 (em inglês)


  • Human Rights Watch - Afeganistão - Raptos e agressões a mulheres (em inglês)


  • Discurso ao Los Angeles World Affairs Council (em inglês)


  • Site com coletânea de declarações de grupos jihadistas (em inglês)
































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